sábado, 15 de março de 2008

"Não Estou Lá" estréia no Brasil dia 21/03



"Não Estou Lá", filme sobre Bob Dylan com Heath Ledger (Coringa do novo "Batman"), Christian Bale ("Batman"), Richard Gere ("Uma Linda Mulher") e Cate Blanchett (indicada ao Oscar por sua atuação em Não Estou Lá), estréia no Brasil em todos os cinemas dia 21/03.

O filme teve pré-estréias nesta sexta, dia (14/03), em São Paulo, no Espaço Unibanco, às 21h40, e neste sábado, dia (15/03), no Unibanco Arteplex, no Rio de Janeiro, às 22h.

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Não Estou Lá conta a vida de Bob Dylan através de 6 personagens diferentes - uma viagem aos anos 60 promovida pelo diretor Todd Haynes, que já contou antes a história de David Bowie e Iggy Pop no filme "Velvet Goldmine".


Não perca, Não Estou Lá estréia dia 21 de março, somente nos cinemas.

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I'm Not There

quinta-feira, 13 de março de 2008

Revista Esquire publica diário fictício de Heath Ledger

Depois que Heath Ledger foi encontrado morto em seu apartamento no Soho, em Nova York, em 22 de janeiro, David Granger, editor-chefe da revista Esquire, encarregou uma repórter chamada Lisa Taddeo, de escrever um artigo sobre os últimos dias de vida do ator.

O texto, que será publicado pela revista em sua edição de abril, encontra Ledger jantando com Jack Nicholson em um restaurante marroquino em Londres, e o acompanha de volta a Nova York a uma festa no Beatrice Inn, uma casa noturna na parte sul de Manhattan; depois, o mostra comendo filé com ovos em um café de Little Italy e devorando um muffin de banana e nozes - supostamente o último alimento que viria a provar.

Nada disso é exatamente verdade. Os Últimos Dias de Heath Ledger, um texto escrito em primeira pessoa como se fosse o diário de Ledger, é um relato fictício sobre seus últimos dias em Londres e Nova York, e um lamento sobre as indignidades a que as celebridades são submetidas.

"Depois que você morre, se torna importante, em termos teatrais, determinar como seus últimos dias foram vividos", começa o artigo.

Os leitores céticos poderiam supor que Taddeo não descobriu nada em seu trabalho de reportagem, e por isso decidiu recorrer a um truque para garantir que a matéria fosse publicada. Mas Granger insiste em que o texto, classificado como ficção, não é um truque.

"Trata-se de um esforço sério", ele disse, acrescentando que a revista já havia tentado misturar ficção e realidade no passado. "Estamos tentando encomendar peças de ficção como se fossem jornalismo", diz, "para torná-las mais tópicas, relevantes. Nós estabelecemos um prazo e um tema".

O primeiro projeto do tipo foi publicado em outubro de 2006, durante as finais do beisebol, e se chamava A Morte de Derek Jeter, uma longa meditação sobre esporte, celebridade e mortalidade, escrita do ponto de vista de Jeter, jogador do New York Yankees.

"Nós estamos publicando coisas como essas para tentar criar ficção mais viva, mais urgente", diz Granger.

A história de Esquire traz muitos exemplo de truques jornalísticos como esse. Houve uma capa, em 1996, sobre Allegra Coleman, uma suposta jovem estrela de Hollywood. O artigo era uma falso, a estrela não existia. Já sob o comando de Granger, em 2001 a revista publicou um perfil do vocalista do R. E. M., Michael Stipe, temperado com dose considerável de ficção. E houve outros truques: Halle Berry entrevistando seu entrevistador; Jon Stewart escrevendo comentários sobre o perfil dele que a revista publicou.

Nesses casos, as celebridades envolvidas estavam vivas, colaboraram com o truque ou nem mesmo existiam. No caso de Ledger, a revista estava tentando canalizar o espírito de alguém morto recentemente. Para evitar acusações de que o artigo era só mais um truque, Granger não o promoveu na capa da revista. "Eu não queria que o texto fosse visto como exploratório, de maneira alguma", disse.

Mara Buxbaum, que foi agente de imprensa de Ledger e hoje trabalha para a família dele, preferiu não comentar. Ela afirmou que a família não estava informada sobre o artigo de Esquire até que o New York Times a contatasse a respeito, depois que Buxbaum ligou para o escritório de Granger e pediu uma cópia.

Depois que Ledger morreu, por efeito do que exames póstumos definiram como overdose acidental de medicamentos vendidos sob receita, Granger diz que se surpreendeu com as expressões de pesar do público por alguém que, na opinião dele, não era um grande astro de cinema. "O pedido do texto nasceu de minha curiosidade. Eu não compreendia por que todo aquele interesse".

Taddeo, editora associada da revista Golf e escritora de ficção aspirante, passou quatro dias em restaurantes, cafés e parques próximos do local em que Ledger morreu. Granger diz que leu um romance inédito da escritora e que estava à procura da missão certa para ela. Quando foi encarregada da peça sobre Ledger, não estava claro se o produto final seria ou não ficção. Granger simplesmente desejava ter um jornalista cobrindo o assunto.

Parte do que ela escreveu é verdade. Ledger esteve em Londres três dias antes de morrer. Voltou de fato a Nova York. Gostava dos muffins de banana e nozes do Miro Café, ainda que não haja certeza de que tenha sido essa sua última refeição.

A Esquire foi uma das pioneiras do chamado "novo jornalismo", nos anos 60, um estilo pioneiro desenvolvido por uma equipe de autores como Gay Talese, Hunter S. Thompson e Tom Wolfe, que empregavam técnicas literárias - embasadas por esforços de reportagem muito extensos - a fim de produzir artigos narrativos de não ficção. Frank Sinatra Está Resfriado, de Talese, publicado pela Esquire em 1966, é visto como clássico do gênero e precursor dos modernos perfis de celebridades.

Robert Boynton, professor de redação para revistas na Universidade de Nova York e autor de O Novo New Journalism, uma coleção de entrevistas com modernos expoentes desse estilo, recebe com agrado qualquer inovação, em um setor que, segundo ele, cada vez mais se prende a fórmulas. "Creio que a experimentação deveria ser encorajada, nas revistas", afirmou. "A última coisa que qualquer uma dessas revistas deveria fazer seria agir cautelosamente".

R.E.M. dedicam canção ao ator Heath Ledger



Nesta quarta-feira (12/03) à noite, na abertura do Festival South by Southwest (SXSW), no Texas, um dos mais importantes nomes da cena alternativa americana, a banda R.E.M. prestou tributo ao recém-falecido ator australiano Heath Ledger durante seu show. O vocalista Michael Stipe dedicou ao falecido a canção inédita "Until the day is done".

"Dedico essa canção a Heath Ledger. Ele adorava ela", disse Stipe, emendando: "Adeus. Heath, nós amamos você!".


Ahh...fico muito feliz o quanto as pessoas amava o Heath. ...e que ainda ficará para sempre, se Deus quiser, em nossas memórias. Ele merece muito ainda e sempre de nosso querido carinho!

Ex-mulher e amigos de Heath Ledger fazem tributo

Menos de dois meses depois da morte de Heath Ledger, seus amigos e ex-parceiros de filme se unem numa espécie de tributo da revista “Interview”. A ex-mulher de Ledger, Michelle Williams, e a atriz Naomi Watts são algumas das que falam sobre o ator.

Mãe de Matilda, filha de Ledger, Michelle deu um depoimento emocionado. "Ele tinha uma energia incontrolável. Ele pulava da cama. Desde que o conhecia, ele sempre teve insônia. Tinha energia demais, sua mente não parava".

Michelle também ressaltou a dedicação do ator a seus projetos. "Ele não tinha limites. Acho que o interessante sobre Heath, que talvez as pessoas só tenham descoberto após a sua morte, é o quanto ele era vulnerável", disse.

A ex-mulher do ator também ressaltou sua forma de interpretar. "Ele era físico, lindo, forte, másculo. Mas sempre havia uma sensibilidade embaixo disso. Ele era assim", descreveu.

Watts, que namorou o ator por dois anos, disse que a atuação do artista era "tocante". Já Philip Seymour Hoffman, que disputou com Ledger o Oscar de melhor ator em 2006, destaca o "entusiasmo infantil" do colega.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Pai de Heath Ledger promete cuidar da neta

O pai de Heath Ledger prometeu que vai cuidar da filha e ex-companheira do ator falecido recentemente, apesar de as duas não serem citadas em seu testamento, e apelou a sua família, na segunda-feira, para manter sigilo em torno do assunto.

Um testamento registrado num tribunal de Manhattan teria sido feito por Ledger cerca de três anos antes do nascimento de sua filha Matilda, de sua ex-companheira Michelle Williams, e prevê que seus pais e sua irmã herdem todo seu patrimônio.

Heath Ledger, 28 anos, morreu em seu apartamento em Nova York em 22 de janeiro de uma overdose de medicamentos. Ele se separou da atriz Michelle Williams, 27, em setembro do ano passado.

Mas após a divulgação do testamento, no fim de semana, seu pai, Kim Ledger, se apressou a divulgar um comunicado dizendo que a família dará todo o apoio a Williams e Matilda, que tem 2 anos de idade.

"Matilda é nossa prioridade absoluta, e Michelle é membro integral de nossa família", disse o comunicado divulgado pela mídia australiana.

"Elas serão cuidadas, e é assim que Heath teria desejado que fosse feito".

Mas Kim Ledger divulgou na segunda-feira outro comunicado através da porta-voz da família, Aden Cassidy, depois de seus irmãos Mike e Haydn, com quem não mantém contato, terem publicamente aconselhado Michelle Williams a buscar conselhos legais e acusado seu irmão de administrar mal o patrimônio herdado do avô deles.

"Neste momento de extrema dificuldade em nossas vidas, quando choramos a morte de nosso filho querido, é triste que membros da família de quem estamos distanciados comentem publicamente assuntos dos quais não tiveram conhecimento no passado e não têm hoje", disse Cassidy no programa "Sunrise", do Channel Seven.

"Pelo bem de Matilda, esperamos que eles mantenham uma atitude digna".

A morte de Heath Ledger, conhecido sobretudo pelo papel de cowboy gay repleto de conflitos em "O Segredo de Brokeback Mountain", de 2005, chocou fãs e outros atores em todo o mundo, motivando avisos sobre os perigos de se misturar medicamentos receitados por médicos, especialmente analgésicos, com tranquilizantes e sedativos.

domingo, 9 de março de 2008

Biografia

Nome original: Heathcliff Andrew Ledger
Nome artístico: Heath Ledger
Data de Nascimento: 04 de Abril de 1979
Local de Nascimento: Perth, Austrália
Descendência: irlandesa e escocesa
Pais: Sally (professora de Francês) e Kim (engenheiro)
Irmãs: Kate Ledger (irmã legítima), Olivia Ledger (por parte de pai) e Ashleigh Bell (por parte de mãe).
Apelido: Heathy
Escola que estudou: Guildford Grammer School
Onde morava: SoHo, New York, EUA
Animal de estimação: 2 cães, um Yorkshire Terrier chamado Bob, e um Cocker Spaniel chamado Ned. Heath ainda tinha um canguru na casa do pai.
Esportes favoritos: hóquei, tênis, surf, snowboarding, alpinismo e equitação.
Hobbies: surfar, andar de skate, ler, escrever poemas e adorava fotografia.
Relação com a família: enfrentou bem o divórcio dos pais em 1989, e acabou indo morar com o pai.
Nostálgico: gostava de dias chuvosos e filmes em preto e branco.
Emprego: antes de ser ator, Heath lavou carros para conseguir algum dinheiro.
Melhor amigo: Trevor. Heath e Trevor se conheciam desde os 3 anos de idade.
Comida favorita: Sushi (comida japonesa)
Ídolos: Gene Kelly e Judy Garland
Filme favorito: Coração Valente e Summer Stock. No gênero ação, Heath gostava de Mad Max.
Bandas favoritas: U2, Doors, Led Zepplin, Spiderbait, Miles Davis e Silverchair.
Cantoras favoritas: Janis Joplin e Tracy Chapman
Cantores favoritos: Beck, David Bowie e Ben Harper
Jogo favorito: adorava assistir aos jogos de basquete do Los Angeles Lakers.
O que gostava de vestir: calça jeans, jaqueta de couro e camiseta.

Filmografia

1988 - Home And Away
1992 - Clowning Around
1993 - Ship To Shore
1996 - Sweat
1997 - Blackrock
1997 - Roar
1997 - PC - Digitando Confusões (voz)
1997 - Bush Patrol
1997 - Assassinato Em Blackrock
1999 - 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você
1999 - Two Hands
2000 - O Patriota
2001 - Coração de Cavaleiro
2001 - A Última Ceia
2002 - As Quatro Plumas
2003 - O Devorador de Pecados
2003 - Ned Kelly
2005 - Os Irmãos Grimm
2005 - O Segredo de Brokeback Mountain
2005 - Casanova
2005 - Os Reis de Dogtown
2006 - Candy
2007 - Não Estou Lá
2008 - Batman - O Cavaleiro das Trevas
2009 - The Imaginarium of Dr. Parnassus (incompleto)


História


Heath e suas três irmãs.

Vida familiar

Ledger nasceu em Perth, Austrália Ocidental. Era filho de Sally Ledger Bell, uma professora francesa, e Kim Ledger, um piloto de corridas e engenheiro de minas. A mãe de Ledger descende do clã Campbell da Escócia e a família do seu pai é conhecida em Perth por ser a dona da Casa de Fundação Ledger. Tinha três irmãs, Kate, Olivia Ledger e Ashleig Bell. Heath e sua irmã Kate receberam esses nomes como homenagem aos personagens principais do livro Wuthering Heights de Emily Brontë. A Fundação de Caridade Sir Frank Ledger recebeu este nome por causa de seu bisavô. Ledger estudou na Guildford Grammar School, onde teve a sua primeira experiência de ator numa peça sobre Peter Pan, aos dez anos de idade.

Vida pessoal

De Agosto de 2002 até abril de 2004, Ledger namorou a atriz Naomi Watts, que conheceu durante as filmagens de Ned Kelly. Havia, antes, namorado as atrizes Lisa Zane e Heather Graham.

Em 2004, Ledger se envolveu com Michelle Williams, que conheceu durante as filmagens de Brokeback Mountain. A filha deles, Matilda Rose, nasceu em 28 de outubro de 2005 na cidade de New York. O padrinho da criança é Jake Gyllenhaal, que também atuou em Brokeback Mountain e a madrinha é Busy Phillips, que atuara com Williams no seriado adolescente Dawson's Creek.

Em agosto de 2007, a revista Us Weekly informou que Ledger e Williams haviam acabado com seu relacionamento devido à tumultuada agenda de compromissos de ambos. Nenhum dos dois confirmaram ou negaram o rumor. Em setembro daquele mesmo ano, Larry, o pai de Williams, confirmou ao jornal australiano The Daily Telegraph que o relacionamento dos dois havia realmente acabado.

No começo de 2008, foi informado pela mídia que Ledger estava saindo com a modelo Gemma Ward, após terem comemorado os feriados do fim de 2007 juntos.


Carreira


Heath Legder e Jack Gyllenhaal interpretando dois
cowboys gays, no filme "O Segredo de Brokeback Mountain".

Década de 90

Aos dezesseis anos de idade, Ledger fez exames de graduação rápida no ensino médio e partiu para Sydney com o melhor amigo, Trevor DiCarlo, para tentar consolidar-se como ator. Voltou para Perth para atuar como um ciclista homossexual na série de televisão Sweat, de 1996.

Em 1996, antes de fazer a sua estreia no cinema australiano em Blackrock, Ledger envolveu-se em Roar, uma série de duração curta da Fox Broadcasting Company. Em 1999, Ledger estrelou na comédia adolescente 10 Things I Hate About You, e começou a ganhar visibilidade nos Estados Unidos da América. Também naquele ano estrelou no aclamado filme australiano Two Hands.

Década de 2000

De 2000 até 2005, Ledger estrelou em The Patriot, Monster's Ball, A Knight's Tale, The Four Feathers, Ned Kelly, The Order e The Brothers Grimm. Em 2001, ganhou o prémio ShoWest de Futura Estrela Masculina com base nas suas performances em The Patriot e A Knight's Tale. Em 2003, foi nomeado um dos actores favoritos daquele ano pela edição australiana da revista GQ.

Em 2005, Ledger recebeu o prêmio de melhor actor do Círculo de Críticos de Cinema das cidades de New York e de São Francisco pelo seu aclamado desempenho no filme Brokeback Mountain de Ang Lee. Neste, Ledger interpreta um cowboy homossexual do estado de Wyoming, Estados Unidos, chamado Ennis Del Mar, que se apaixona pelo sonhador Jack Twist, interpretado por Jake Gyllenhaal. Por esta performance, recebeu também indicações para os prêmios de melhor ator nos Globo de Ouro e Oscar.

Também em 2005, Ledger interpretou uma versão fictícia de Giacomo Casanova em Casanova. O filme, uma comédia romântica co-estrelada por Sienna Miller e Jeremy Irons, recebeu duras críticas e pouca bilheteria, sendo o primeiro filme de Ledger a não obter êxito comercial ou crítico.

Em 2006, Ledger foi convidado a tornar-se membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Em 2007, foi um dos seis actores a interpretar Bob Dylan em I'm Not There.

Ledger interpretou o Coringa, vilão das histórias de banda desenhada de Batman, em The Dark Knight, sequela de Batman Begins, de 2005. O filme tem estreia prevista para 18 de Julho de 2008. Como o filme já estava em etapa de pós-produção após a morte de Ledger, não deve sofrer alterações. No entanto, não se pode dizer o mesmo sobre a campanha de marketing viral na sua personagem.

Heath estava a filmar The Imaginarium of Doctor Parnassus na época da sua morte. Os produtores não sabem se irão continuar a filmar.

Direção

Ledger tinha fortes aspirações a se tornar diretor de cinema. Explorou esse seu lado em alguns videoclipes e numa curta-metragem. Em 2006, dirigiu três videoclipes: "Morning Yearning" de Ben Harper, e "Cause an Effect" e "Seduction Is Evil (She's Hot)" de N'fa, rapper australiano. Em 2007, revelou numa conferência de imprensa no Festial de Veneza que gostaria de dirigir um filme sobre Nick Drake, cantor e compositor britânico morto prematuramente aos 26 anos. Este foi o tema de "Black Eyed Dog", a sua primeira e única curta-metragem.

Ledger estava a trabalhar numa adaptação cinematográfica de The Queen's Gambit, de Walter Tevis, com o produtor e argumentista escocês Allan Scott. Este seria o seu primeiro filme como diretor.


Morte

Na manhã do dia 22 de janeiro de 2008, a empregada do ator, Teresa Solomon, entrou no apartamento do ator, situado no bairro do Soho - New York, com sua própria chave, para seu trabalho habitual. Por volta das treze horas, ela entrou no quarto de Ledger para trocar uma lâmpada, e viu o ator dormindo.

Às 14h45, a massagista Diana Wolozin apareceu para sua sessão agendada com o ator. Wolozin e Solomon bateram à porta do quarto de Ledger mas não obtiveram resposta. A massagista então entrou no quarto, preparou a mesa de massagem e tentou acordar Ledger.

Wolozin disse à polícia que, a essa altura, o ator já estava frio, porém, acreditou que ele estava apenas inconsciente. Decidiu então pegar o celular de Ledger e ligou para a atriz Mary-Kate Olsen, cujo número estava na memória – os dois eram amigos - e perguntou a ela o que deveria fazer. Olsen, que também vive em Manhattan mas se encontrava na Califórnia, respondeu dizendo que enviaria seus seguranças privados para ajudar na situação. Na seqüência, a massagista ligou para o resgate. A atendente da emergência ainda orientou Wolozin nas técnicas de reanimação.

Os paramédicos chegaram minutos depois, praticamente no mesmo momento em que os seguranças de Olsen também apareceram. Ledger já estava morto.

Diversas hipóteses foram levantadas pelas autoridades e a imprensa em relação à verdadeira causa da morte prematura do ator, inclusive suicídio. Após duas semanas de investigação, o IML de New York finalmente concluiu que a causa da morte havia sido por intoxicação acidental de remédios prescritos (oxicodona, hidrocodona, diazepam, temazepam, alprazolam e doxilamina) com efeitos calmante e sonífero.

O Funeral de Ledger aconteceu em Perth, Austrália, sua cidade natal, no dia 09 de fevereiro de 2008. Na ocasião, houve uma breve homenagem de 90 minutos e apenas 10 pessoas, entre amigos e familiares foram autorizadas a estarem presentes no evento reservado. Ledger foi cremado e suas cinzas dispersas na sua praia australiana favorita, Cottesloe Beach. Após isso, seus parentes e amigos juntaram-se ao mar numa emocionante celebração coletiva, uma última homenagem ao jovem ator.

sábado, 8 de março de 2008

Foi revelado o testamento de Heath

Antes de sua indicação ao Oscar por Brokeback Mountain, Heath Ledger escreveu um testamento deixando tudo que tinha para seus pais e irmãs, diz o jornal "New York's Daily News".

O ator de 28 anos que morreu no início do ano em uma overdose acidental de remédios prescritos, preencheu três páginas de testamento na sua terra natal, Austrália em abril de 2003. O testamento foi feito anteriormente ao seu relacionamento com Michelle Williams e o nascimento da filha deles, Matilda Rose em 2005.

Documentos arquivados na corte de Manhattan revelam que o ator possuia menos de US$ 145 mil (R$ 244,1 mil) em NY, incluindo uma Toyota Prius no valor de US$ 25 mil (R$ 42,1 mil) e US$ 20 mil (R$ 33,6 mil) em móveis e objetos. Sua maior riqueza incluindo fundos de aplicação, propriedades na Austrália e a casa que dividiu com Williams no Brooklyn estão incertas.

Não está claro, mais é certo que haverão benefícios para Williams ou Matilda, agora com dois anos. O grosso do patrimônio de Ledger será tratado na Austrália de acordo com o relatório.

O advogado do ator pediu a um juíz para selar os documentos em privacidade. A assessora de Ledger, Mara Buxaum não quis comentar.


Acho que ele não pois o nome da Michelle e da Matilda no testamento, porque ele ainda não havia conhecido a Michelle, e só depois de 3 anos seguindos, é que a filhinha deles, Matilda, foi nascer. Afinal, nem ele nem ninguém esperava isso, neh. Ele não tem culpa!
Bom, fico feliz que a família agora vai dá maior apoio à elas duas, pois elas merecem...Lógicooo!

Coringa, personagem de Heath Ledger no novo Batman, ganhará boneco em maio



Um mês após o funeral do ator Heath Ledger - morto por overdose acidental de remédios -, a Mattel lançou nos Estados Unidos duas versões do boneco do Coringa, papel vivido pelo ator no novo longa de Batman. Os brinquedos chegarão às lojas em maio, dois meses antes da estréia de "The dark knight" nos cinemas.

Os bonecos, lançados no mês passado na American International Toy Fair, vão custar US$ 7,99 e US$ 10,99. A família do ator apoiou a decisão da distribuidora do filme de prosseguir com os planos.

"Heath tinha muito orgulho de seu trabalho no filme. Sua família apóia a Warner Bros. e será parceira no lançamento do filme", disse o porta-voz dos pais de Ledger.

A versão de US$ 10,99 do Coringa, a maior e mais detalhada, vem com uma faca de brinquedo.

- Não é uma jogada de marketing, disse o representante da fabricante de brinquedos sobre a morte de Heath Ledger.

"Mas as crianças vão comprar o brinquedo se gostarem do filme", continuou o funcionário da Mattel.

Cliff Annicelli, editor da "Playthings Magazine", acredita que a morte do ator vai definitivamente aumentar as vendas do boneco do Coringa, especialmente entre os adultos.

"Eu acho que será um item de coleção mais cobiçado agora do que seria antes de sua morte", apontou o editor.

Segundo Cliff, a Mattel deve lançar o boneco em lojas de histórias em quadrinhos, em vez de lojas de brinquedos.

- Isso já estava nos planos de marketing por conta de o filme ser muito sombrio e particularmente não-apropriado para crianças, compeltou Cliff.

Adrienne Citrin, da Associação Americana da Indústria de Brinquedos, subestima vendas extras por conta da morte de Heath Ledger:

"Batman é um ícone. Há muita expectativa cercando o filme, e isso está conjugado a vendas. Ele vai continuar a ser uma figura de ação popular apesar de essa morte infeliz".

sexta-feira, 7 de março de 2008

Jack Nicholson fala sobre a morte de Heath Ledger



Jack Nicholson, em entrevista ao site da MTV americana, falou mais um pouco sobre a morte de Heath Ledger. Em comum, os atores tinham um personagem marcante em suas filmografias, o sádico vilão Coringa, que Nicholson interpretou em "Batman - O Filme", de 1989, e Ledger viveu em "Batman - O Cavaleiro das Trevas", que chegará às salas de cinema em 18 de julho deste ano.

Nicholson comentou sobre suas experiências negativas com a pílulas para dormir, que levaram ao falecimento do jovem intérprete australiano. Segundo o veterano vencedor do Oscar, tais remédios ocasionaram um incidente que poderia ter sido sério em sua vida: tendo a recomendação de um médico, ele tomou um desses durante a noite e, logo em seguida, recebeu um telefonema urgente. Esquecendo do que havia tomado, pegou seu carro e adormeceu no volante, tendo sido encontrado a 100 metros de sua casa.

O ator, atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros com o drama "Antes de Partir", disse que não chegou a conhecer Ledger pessoalmente, mas que ficou entristecido com sua morte e que desejava ter uma "conversa engraçada" com ele sobre o Coringa.


HuUmM...pode ser até verdade o que ele está falando, mais desde daquela vez após a morte do Ledger, que ele fez um comentário totalmente debochado, "eu avisei ele", é que eu passei a não ir muito mesmo com a cara dele.
Maisss...fazer o que, neh! O que passou passou, afinal, nunca soubemos mesmo, o que ele quis dizer com está frase, neh.
É daí que fica o ponto de interrogação...

Ex-mulher revela sofrimento com separação de Heath Ledger



A atriz americana Michelle Williams disse que sofreu muito quando se separou do ator australiano Heath Ledger, encontrado morto em janeiro em um apartamento em Nova York e com quem teve uma filha, Matilda, hoje com 2 anos.

Em entrevista à revista "Elle", realizada dias antes da morte de Ledger e que será publicada na edição do mês de abril, Michelle diz que, depois que o casal se separou, em setembro, "não sabia para onde ir".

"Não conseguia imaginar lugar nenhum do mundo no qual pudesse me sentir bem". Ela não soube explicar a causa disso, lembrando que trabalhava o máximo possível e passava o resto do tempo se dedicando à filha.

A atriz diz que Matilda "é mais importante que qualquer relação, maior que todos os prêmios. É aquilo que ficou", disse ela, referindo-se à relação com Ledger.

Quando os dois romperam, Michelle disse que se "sentia como uma ferida aberta ambulante". A atriz também contou que quando está com muito tempo livre "é que as coisas começam a ficar um pouco caóticas", razão pela qual tenta combater "o constante sentimento de perda" com muito trabalho.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Polícia reconstitui momentos finais de Heath Ledger


A polícia reconstituiu os momentos finais de Heath Ledger, revelando o caos que se instaurou em seu apartamento, em Nova York, logo após sua morte. A confusão toda inclui uma ligação para a atriz Mary-Kate Olsen, uma massagista desesperada tentando acordar o ator e a presença da empregada no quarto, momentos antes de ele ser encontrado morto.

De acordo com a polícia, Ledger morreu provavelmente entre 13h e 14h45, na terça-feira (22), e as autoridades por enquanto acreditam que a causa da morte tenha sido overdose acidental de remédios. Autoridades encontraram seis tipos diferentes de medicamentos no apartamento, incluindo remédios para insônia e ansiedade. Três das drogas foram receitadas a ele na Europa.

A empregada do ator, Teresa Solomon, teria entrado no apartamento com sua própria chave. Por volta das 13h, ela teria entrado no quarto para trocar uma lâmpada, viu Ledger dormindo e até escutou-o roncar. Ela deixou o quarto achando que nada estivesse errado.
Às 14h45, uma massagista chamada Diana Wolozin apareceu, para sua sessão agendada com o ator, que não atendeu a porta do quarto quando ambas bateram. Ela entrou no quarto, preparou a mesa de massagem e tentou acordar Ledger.

Wolozin disse à polícia que, a essa altura, o ator já estava frio, mas ela achou que ele estava apenas inconsciente. Ela pegou o celular de Ledger e ligou para a atriz Mary Kate Olsen, cujo número estava na memória – os dois eram amigos- e perguntou a ela o que deveria fazer.

Olsen, que também vive em Manhattan mas se encontrava na Califórnia, respondeu dizendo que enviaria seus seguranças privados para ajudar na situação. Na seqüência, a massagista ligou para o resgate. A atendente da emergência ainda orientou Wolozin nas técnicas de reanimação.

Os paramédicos chegaram minutos depois. Praticamente no mesmo momento em que os seguranças de Olsen também apareceram.

Autópsia

O corpo de Ledger foi encontrado pela empregada do ator em seu apartamento em Nova York, às 15h26 (18h26 em Brasília) desta terça-feira. Ela bateu na porta do quarto do ator para avisá-lo de que sua massagista havia chegado e encontrou Ledger inconsciente, deitado de bruços e nu. De acordo com a polícia local, foram encontradas também pílulas e uma nota de US$ 20 enrolada no quarto do ator. Ainda de acordo com a polícia, não havia resíduos de droga na nota, que foi encaminhada a um laboratório para testes.

Autópsia realizada na manhã de quarta-feira no corpo do ator teve resultado "inconclusivo" e serão necessários novos exames, informaram os responsáveis pelo procedimento. Ellen Borakove, porta-voz da equipe médica, disse que apenas em dez dias a investigação poderá ser completada.

A atriz Michelle Williams, ex-mulher de Heath Ledger, afirmou estar "arrasada" por causa da morte do ator. Williams, que tem uma filha de dois anos com Ledger, Matilda, estava em filmagem na Suécia quando recebeu a notícia.

Em entrevista ao "New York Times" de 4 de novembro, Ledger revelou que as filmagens do novo "Batman", no qual ele interpreta o vilão Coringa, o deixaram física e mentalmente exausto e que precisou tomar pílulas de um remédio chamado Ambien para conseguir dormir. O medicamento oferece riscos se ingerido em excesso ou misturado com álcool.

Além de "O Segredo de Brokeback Mountain", pelo qual foi indicado ao Oscar em 2006, e "Batman: The Dark Knight", previsto para estrear em julho, Ledger autou em filmes como "Eu Não Estou Lá", baseado na vida do cantor Bob Dylan, "Os Reis de Dogtown" e "10 Coisas que Eu Odeio em Você", entre outros. Atualmente, ele trabalhava em um projeto do diretor Terry Gilliam chamado "The imaginarium of Doctor Parnassus", previsto para 2009.

E! exibe programa especial sobre a trágica morte do ator Heath Ledger

O canal E! Entertainment Television exibe no dia 9 de março, domingo, às 22h, o especial "Heath Ledger - A tragic End", que comenta a carreira e a prematura morte do ator de Hollywood Heath Ledger, que faleceu no dia 22 de janeiro.

O especial também mostra as reações de fãs e membros da indústria cinematográfica à morte do ator australiano, que tinha apenas 28 anos.

Ledger começou a chamar atenção em 1999 com a comédia "10 Coisas que Eu Odeio em Você" e recebeu sua primeira e única indicação ao Oscar em 2006, pelo filme de Ang Lee "O Segredo de Brokeback Mountain".

Antes de falecer devido a uma overdose acidental de medicamentos, Ledger filmou seus últimos três filmes: "Não Estou Lá", de Todd Haynes, "Batman - O Cavaleiro das Trevas", de Christopher Nolan, e "The Imaginarium of Doctor Parnassus", de Terry Gilliam.

Não deixe de assistir:

HEATH LEDGER - A TRAGIC DEATH
E!
Domingo, dia 09/03, às 22h

Kombi que pertenceu à Heath Ledger é roubada

Segundo Kim Ledger, pai de Heath Ledger "O Segredo de Brokeback Montain", uma Kombi que pertenceu a seu filho foi roubada após a notícia de seu falecimento. Em declarações feitas ao jornal The Daily Telegraph, o carro, que ficou em posse de um amigo de Ledger na Austrália, teria desaparecido sem deixar vestígios.

O automóvel foi comprado pelo ator quando ainda tinha dezesseis anos. Ao ir de vez para os Estados Unidos tentar a carreira em Hollywood, Ledger teria encarregado o amigo não identificado a cuidar do veículo. Objeto de estimação do astro, a Kombi, que data de 1975, teria recebido inúmeras melhorias, que a valorizaram e fizeram seu preço de mercado dar um salto.

Em apelo à mídia, o pai de Ledger reforçou ainda seu pedido às autoridades locais para que localizem o carro e o devolvam à família. Kim é agora responsável por todos os bens deixados por Heath.

Heath Ledger faleceu no final de janeiro, deixando uma filha de apenas dois anos. Encontrado morto em seu apartamento em Nova York, chegou-se a cogitar um suposto suicídio, mas a afirmação foi logo descartada. Após exames, autoridades declararam que a causa oficial de sua morte teria sido uma acidental mistura de medicamentos, que combinados tornaram-se fatais.