terça-feira, 29 de setembro de 2009

HQs que inspiraram novos filmes do "Batman"


O site da revista Monet contou alguns detalhes de como alguns quadrinhos do Batman tem influenciado nas histórias dos novos filmes.Confiram o que eles falaram sobre A Piada Mortal, HQ que influenciou Heath Ledger.

A Piada Mortal
O ator Heath Ledger, bebeu muito desta HQ para criar o seu Coringa no filme Batman- O Cavaleiro das Trevas , o que lhe rendeu um Oscar póstumo. O enredo de A Piada Mortal traz diversas revelações do sadio e maluco arquiinimigo de Batman, onde o palhaço se mostra totalmente desequilibrado. Numa cena, o Comissário Gordon é torturado pelo vilão, obrigado a assistir várias cenas chocantes.Brian Bolland teve a companhia do genial Alan Moore (Watchmen, V de Vingança, Constantine, A Liga Extraordinária, entre outros) nos roteiros, e John Higgins foi o responsável pelos traços. O quadrinho A Piada Mortal foi originalmente lançado em 1988, e foi republicado em 1999 e 2009.

Fonte

domingo, 27 de setembro de 2009

Dr Parnassus no Festival de San Sebastian


Terry Gilliam, diretor de cinema e antigo membro do “Monty Python”, promove o seu filme “The Imaginarium of Dr. Parnassus” no 57 Festival de Cinema de San Sebastian, no norte da Espanha. O longa traz a última atuação de Heath Ledger, morto em 2008.

O filme segue um líder de uma trupe de teatro itinerante que, tendo feito um pacto com o diabo, conduz o público através de um espelho mágico que explora suas imaginações. O espelho foi uma saída encontrada para terminar o filme depois da morte do Ledger, uma vez que seu personagem se transforma. Johnny Depp, Colin Farrell e Jude Law fazem o mesmo papel.

A premiére do longa aconteceu no festival de Cannes deste ano. No Brasil, o longa deve ser exibido a partir do dia 23 de outubro.

Fonte

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Folha de São Paulo entrevista Terry Gilliam


Leia a seguir a íntegra da entrevista que o cineasta Terry Gilliam deu à Folha na última quinta-feira, durante o festival de Cinema de Toronto, onde seu filme, "The Imaginarium of Dr. Parnassus", foi exibido.

FOLHA - O sr. pode começar explicando por que "Brazil", o título, em "Brazil", o filme?

TERRY GILLIAM - Nos anos 40, nos EUA, época em que eu cresci, havia todas aquelas músicas que vinham do sul da fronteira com o México [cantarola "Aquarela do Brasil", que está na trilha de seu filme de 1985], pareciam vir de um mundo romântico lá na América do Sul, onde o amor florescia e tudo era lindo...

Eu cresci em Minneapolis (Estado de Minnesota), era frio, não tínhamos dinheiro, mas em algum lugar do mundo existia esse lugar paradisíaco, e era isso o que Brasil significava para mim. Era isso também para o personagem do filme, o oposto de tudo o que ele vivia. Nunca estive no país, mesmo depois do filme, acredita?

FOLHA - O sr. parece o mais não-americano dos diretores americanos, no sentido de que foge a convenções seguidas pela maior parte de seus pares.

GILLIAM - Não é meu plano, é por acaso. No caso de "Parnassus", por exemplo, pensei só no começo do filme, uma carruagem antiga com uma trupe exibindo um espetáculo antigo, ao qual ninguém presta atenção, uma forma de arte completamente ignorada. Aos poucos, a coisa toda cresce.

Eu gostaria de fazer um filme com efeitos especiais incríveis, como os outros diretores, mas não tenho dinheiro, então eu limito os momentos em que isso acontece no filme. Como? Em "Parnassus", você tem de passar por um espelho mágico e só quando está lá dentro as coisas são fantásticas. Assim eu controlo o orçamento. Dentro do espelho, efeitos especiais; fora do espelho, realidade. Mas só isso seria chato, então resolvemos complicar um pouco a trama. Aí entrou a questão da livre escolha, que permeia o filme, entre Parnassus e seu rival.

FOLHA - O que o sr. acaba de falar sobre uma forma de arte ignorada, a que não se presta atenção, pode ser metáfora para seu próprio trabalho, não? Quão autobiográfico é o filme?

GILLIAM - Tem um pouco de tudo, na verdade. A cena em que Parnassus perde tudo e vai pedir esmola remete um pouco a quando eu fiz "Tideland" (2005), meu último filme antes desse, que é ignorado até hoje. Então, eu fui às ruas de Nova York pedir dinheiro para completar o filme, literalmente. Ou seja, é sempre tudo fantasia e imaginação, mas sempre com um pé na realidade.

FOLHA - Quão difícil é ser o sr. nessa indústria?

GILLIAM - Eu não tenho escolha, então só sou. Vivo na Inglaterra há 42 anos e não perdi meu sotaque norte-americano, ou seja, fui formado em algum momento assim e assim fiquei. Mas não sou otimista em relação à indústria. Hoje, você só pode fazer um filme com orçamento de US$ 200 milhões ou de US$ 2 milhões. Não há nada no meio-termo, e eu estou no meio-termo, meus filmes custam entre US$ 20 milhões e US$ 40 milhões. "Parnassus" custou US$ 30 milhões.

É como no resto da sociedade americana nos últimos anos: os ricos ficaram mais ricos, os pobres, mais pobres, e a classe média está sendo varrida do mapa. Os filmes que atualmente são feitos refletem isso, de uma maneira estranha. O que me aborrece, porque é significativo da atmosfera para o cinema hoje em dia. Imagine: eu tinha o próximo filme de Heath Ledger depois de ele fazer o Coringa em "Batman - O Cavaleiro das Trevas", que todo o mundo sabia que seria um dos maiores sucessos de todos os tempos, e ainda assim ninguém me dava dinheiro! É uma loucura.

FOLHA - É uma sensação ambígua ver o filme pronto sem o ator principal por perto?

GILLIAM - Ah, sim... Eu adoraria ver o filme que planejei fazer com ele. É o mesmo filme, poucas coisas mudaram depois da morte dele, quer dizer, além da óbvia grande mudança. Ele me disse que gostaria de ver o filme pronto, eu gostaria que ele visse também, nenhum de nós teve o desejo realizado.

FOLHA - Em uma das cenas, feitas já depois da morte dele, o personagem encontra barquinhos com as fotos da Princesa Diana e dos atores Rudolph Valentino e James Dean, numa referência aos que morreram jovens e no auge. O sr. acha que Heath Ledger foi vítima da cultura de celebridades atual?

GILLIAM - Não, Heath era muito centrado. Eu não sei o que aconteceu exatamente, ou ele tomou muitas pílulas para tentar dormir, acordou e esqueceu que já tinha tomado, sei lá, mas todas as histórias que cercam sua morte são bobagens. Não havia neurose nele, e isso é que torna tudo trágico.

FOLHA - De onde veio o personagem que ele interpreta, Tony Liar (Tony Mentiroso)?

GILLIAM - Ah, ele é escorregadio, não é? Tudo começou com [o ex-primeiro-ministro britânico] Tony Blair. Ele foi tão escorregadio, empolgado e bom de convencer as pessoas das coisas mais ridículas, como a Guerra do Iraque. Quer dizer, uma coisa era o presidente Bush mentir a respeito, mas Blair era um sujeito basicamente decente. Ele me intriga.

FOLHA - O sr. estudou na mesma escola que Barack Obama, Occidental College, em Los Angeles, embora em épocas diferentes. O sr. votou nele?

GILLIAM - Não pude, porque abri mão de minha cidadania americana em 2006. Mas eu teria votado. Finalmente poderia ter escolhidos um dos 'mocinhos' num meio de bandidos. O fato de ele ter sido eleito me dá um pouco mais de esperança em relação aos EUA, mas, cara, eles estão dando uma surra nele, não estão? Mas ele é bom, e eu espero que ele se cerque das pessoas certas e acho que tem a firmeza de caráter para sobreviver a isso.

FOLHA - Seu próximo projeto é a biografia de Dom Quixote, abandonada em 2000. É seu 'Fitzcarraldo', no sentido de sonho impossível de realizar?

GILLIAM - Se você vai filmar a vida de Dom Quixote, é bom que o projeto seja um sonho impossível! [Risos] Mas é engraçado, porque eu briguei com advogados por sete, oito anos para conseguir os direitos do roteiro de volta, venci e falei, "agora vai". Mas aí eu li o texto e achei que não era muito bom. Reescrevi e está muito melhor! É quase uma sorte o filme ter sofrido o colapso que sofreu.

FOLHA - Então, o sr. não acredita no que a indústria chama de "a maldição de Gilliam"?

GILLIAM - Não, não acredito... Acho que é quase o oposto, eu sou quase sortudo. Não acho que foi a "maldição de Gilliam" que matou Heath nem que matou o filme de Quixote. Os deuses do cinema gostam de tornar as coisas mais difíceis para mim, mas acho que o resultado são filmes melhores, porque foram tão difíceis de ser feitos. Já me acostumei a encontrar dificuldades, que dão soluções interessantes na tela.

FOLHA - As restrições financeiras o forçam a ser mais criativo, de certa maneira?

GILLIAM - Sim, claro. Dão um equilíbrio interessante, de eu não ter o tanto de dinheiro que queria para fazer, mas o tanto que eu deveria gastar. Caso contrário, se eu tivesse total liberdade, seria ridículo. Eu não saberia me concentrar e quereria tudo. Assim, é mais simples: de seis coisas eu posso ter duas. E pronto.

Fonte

domingo, 20 de setembro de 2009

Doctor Parnassus está na Mostra de Cinema de São Paulo


Michael Haneke, Ang Lee, Ken Loach, Terry Gilliam, Amos Gitai, Wes Anderson e Alain Resnais. Esses são alguns dos grandes cineastas que terão filmes exibidos na 33ª Mostra de Cinema de São Paulo, que acontece de 23 de outubro a 05 de novembro na capital paulista.

O filme escolhido para abrir o festival, um dos mais tradicionais eventos de cinema do Brasil, é "À Procura de Eric", do britânico Ken Loach, um dos destaques do Festival de Cannes deste ano. O longa vencedor do festival francês, "A Fita Branca", de Michael Haneke, também está na programação da Mostra.

Outros destaques são "Aconteceu em Woodstock", de diretor Ang Lee; "Les Herbes Folles", do veterano francês Alain Resnais; "O Imaginário do Doutor Parnassus", dirigido por Terry Gilliam e estrelado por Heath Ledger; "Carmel", do israelense Amos Gittai; e "O Fantástico Senhor Raposo", primeira animação do cineasta Wes Anderson.

Haverá ainda retrospectivas dedicadas ao diretor grego Theo Angeopoulos e ao cineasta e produtor italiano Gian Vittorio Baldi, um panorama do cinema sueco com obras de Jan Troell e Hasse Ekman e uma homenagem à atriz francesa Fanny Ardant.

O tradicional cartaz da Mostra, que nas últimas edições vinha sendo produzido por cineastas, este ano será produzido pela dupla de grafiteiros Os Gêmeos, formada pelos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo.

Veja abaixo a lista de filmes já confirmados na 33ª Mostra de Cinema de São Paulo:

“1ª Vez 16 mm”, de Rui Goulart (Portugal)
“35 Shots of Rum”, de Claire Denis (França)
“500 Dias com Ela”, de Marc Webb (EUA)
“A Farewell to Hemingway”, de Svetoslav Ovtcharov (Bulgária)
"A Fita Branca", de Michael Haneke (Áustria)
“A Frozen Flower”, de Yu Ha (Coreia)
“A Man who Ate his Cherries”, de Payman Haghani (Irã)
“À Procura de Eric”, de Ken Loach (Inglaterra)
“A Religiosa Portuguesa”, de Eugéne Green (Portugal)
“A Zona”, de Sandro Aguilar (Portugal)
“Accidents Happen”, de Andrew Lancaster (Austrália)
"Aconteceu em Woodstock", de Ang Lee (EUA)
“Adam”, de Max Mayer (EUA)
“Adam Resurrected”, de Paul Schrader (EUA)
“Altiplano”, de Peter Brosens e Jessica Woodworth (Alemanha)
“Amer”, de Hélène Cattet e Bruno Forzani (Bélgica, França)
“American Swing”, de Jon Hart e Mathew Kaufman (EUA)
“Amor en Tránsito”, de Lucas Blanco (Argentina)
“Amreeka”, de Cherien Dabis (EUA)
“Anaphylaxis”, de Ayman Mokhtar (Reino Unido)
“Ander”, de Roberto Castón (Espanha)
“Art Inconsequence”, de Robert Kaltenhaeuser (Alemanha)
“Arte de Roubar”, de Leonel Vieira (Portugal)
“Backyard”, de Carlos Carrera (México)
“Bad Day to Go Fishing”, de Alvaro Brechner (Espanha, Uruguai)
“Bathory”, de Juraj Jakubisko (Eslováquia)
“Be Calm and Count to Seven”, de Ramtin Lavafipour (Irã)
“Being Mr. Kotschie”, de Norbert Baumgarten (Alemanha)
“Beket”, de Davide Manuli (Itália)
“Bilal”, de Sourav Sarangi (Índia)
“Borderline”, de Lyne Charlebois (Canadá)
“Bright Star”, de Jane Campion (Reino Unido)
“Buddenbrooks”, de Heinrich Breloer (Alemanha)
“Carmel”, de Amos Gitaï (Israel, França)
“Chasing Che”, de Alireza Rofougaran (Irã)
“Cinerama”, de Inês de Oliveira (Portugal)
“Coffin Rock”, de Rupert Glasson (Austrália)
“Cold Souls”, de Sophie Barthes (EUA)
“Colin”, de Marc Price (Reino Unido)
“Comrade Couture”, de Marco Wilms (Alemanha)
“Cooking with Stella”, de Dilip Mehta (Canadá)
“Courting Condi”, de Sebastian Doggart (EUA, Reino Unido)
“Coweb”, de Xin Xin Xiong (Hong Kong, China)
“Crap’s Game”, de Ali Özgentürk (Turquia)
“Daniel & Ana”, de Michel Franco (México, Espanha)
“Dark Buenos Aires”, de Ramon Termens (Espanha, Argentina)
“Dear Lemon, Lima”, de Suzi Yoonessi (EUA)
“Delphi - 6”, de Rakeysh Omprakash Mehra (Índia)
“Desperados on the Block”, de Tomasz Emil Rudzik (Alemanha)
“Dogtooth”, de Yorgos Lanthimos (Grécia)
“Dorfpunks”, de Lars Jessen (Alemanha)
“Efeitos Secundários”, de Paulo Rebelo (Portugal)
“El Sistema”, de Paul Smaczny, Maria Stodtmeier (Alemanha)
"Eastern Plays", de Kamen Kalev (Bulgária)
“Every Little Step”, de James D. Stern e Adam Del Deo (EUA)
“Everyone Else”, de Maren Ade (Alemanha)
“Fence”, de Toshi Fujiwara (Japão)
“Film Is a Girl & a Gun”, de Gustav Deutsch (Áustria)
"Food Inc.", de Rebert Kenner (EUA)
“Formosa Betrayed”, de Adam Kane (EUA, Tailândia)
“Frontier Blues”, de Babak Jalali (Irã, Reino Unido, Itália)
“Futebol Brasileiro”, de Miki Kuretani (Japão)
“German Souls”, de Martin Farkas, Matthias Zuber (Alemanha)
“Germany 09”, de Fatih Akin, Tom Tykwer e outros (Alemanha)
“Go Get Some Rosemary”, de Joshua e Ben Safdie (EUA)
“Green Water”, de Mariano de Rosa (Argentina)
“Hair India”, de Raffaele Brunetti e Marco Leopardi (Itália)
“Hangtime”, de Wolfgang Groos (Alemanha)
“Havan York”, de Luciano Larobina (México)
“Heiran”, de Shalizeh Arefpour (Irã)
“Henri-Georges Clouzot’s Inferno”, de Serge Bromberg e Ruxandra Medrea (França)
“Huacho”, de Alejandro Fernández Almendras (Chile)
“Humpday”, de Lynn Shelton (EUA)
“Ibrahim Labyad”, de Marwan Hamed (Egito)
“Initiation”, de Peter Kern (Áustria)
“Into The Lion’s Den”, de Nicolas Bénac, Cedric Robion (França)
"Irene", de Alain Cavalier (França)
"Katalin Varga", de Peter Strickland (Romênia)
“Kalandia - A Checkpoint Story”, de Neta Efrony (Israel)
“Kicks”, de Lindy Heymann (Reino Unido)
“Kids and Kids”, de Zhang Feng (China)
“King Hugo and His Dumsel”, de Franco De Peña (Polônia, Venezuela)
“La Guerre des Fils de la Lumière Contre les Fils des Ténèbres”, de Amos Gitaï (França)
“La Pivellina”, de Rainer Frimmel e Tizza Covi (Áustria, Itália)
"Les Beaux Gosses", de Riad Sattouf (França)
"Les Herbes Folles", de Alain Resnais (França)
“Life in the Building Blocks”, de Alfredo Hueck, Carlos Caridad (Venezuela)
“Little Joe”, de Nicole Haeusser (EUA)
“London River”, de Rachid Bouchareb (Reino Unido, França, Argélia)
“Madholal Keep Walking”, de Jaí Tank (Índia)
“Mamachas of the Ring”, de Betty M Park (Bolívia, EUA)
“Menino Peixe”, de Lucía Puenzo (Argentina)
“Miss Stinnes Motors Round the World”, de Erica von Moeller (Alemanha)
“Morrer como um Homem”, de João Pedro Rodrigues (Portugal, França)
“Mother”, de Bong Joon-ho (Coreia)
“O Cerco - A Democracia nas Malhas do Neoliberalismo”, de Richard Broullitte (Canadá)
“O Fantástico Sr. Raposo”, de Wes Anderson (EUA)
"O Imaginário do Dr. Parnassus", de Terry Gilliam (Reino Unido)
“Of Heart and Courage, Ballet Bejart Lausanne”, de Arantxa Aguirre (Espanha)
“Of Parents and Children”, de Vladimir Michalek (República Tcheca)
“On Foot”, de Fereydoun Hasanpour (Irã)
“One Week”, de Michael McGowan (Canadá)
“Only When I Dance”, de Beadie Finzi (Reino Unido)
“Os Sorrisos do Destino”, de Fernando Lopes (Portugal)
“Outrage”, de Kirby Dick (EUA)
“Oye Lucky! Lucky Oye!", de Dibakar Banerjee (Índia)
“Paperplanes”, de Simon Szabó (Hungria)
“Partners”, de Frederic Mermoud (França, Suíça)
“Peter & Vandy”, de Jay Di Pieto (EUA)
“The Private Lives of Pippa Lee”, de Rebecca Miller (EUA)
“Playground”, de Libby Spears (EUA)
"Politist, Adjectiv", de Corneliu Porumboiu (Romênia)
“Prank”, de Péter Gárdos (Hungria)
"Polytechnique", de Denis Villeneuve (Canadá)
“Ramirez”, de Albert Arizza (Espanha)
“Red Sunrise”, de Gianfranco Pannone (Itália)
“Salvage”, de Lawrence Gough (Reino Unido)
“Samson & Delilah”, de Warwick Thornton (Austrália)
“Searching for the Elephant”, de S. K. Jhung (Coreia)
“Sede de Sangue”, de Park Chan-wook (Coreia)
“Sex Volunteer”, de Kyeong-duk Cho (Coreia)
“She, a Chinese”, de Xioalu Guo (China)
“Shirin”, de Abbas Kiarostami (Irã)
“Should I Really do It?”, de Ismail Necmi (Turquia)
“Singularidades de uma Rapariga Loura”, de Manoel de Oliveira (Portugal)
“Sleeping Soungs”, de Andreas Struck (Alemanha)
“Spiral”, de Jorge Pérez Solano (México)
“Still Walking”, de Hirokazu Kore-Eda (Japão)
“Super Star”, de Tahmineh Milani (Irã)
“Sweet Rush”, de Andrzej Wajda (Polônia)
"Tales From the Golden Age", de Cristian Mungiu e outros (Romênia)
"The 40th Door”, de Elchin Musaoglu (Azerbaijão)
“The Anarchist’s Wife”, de Marie Noëlle, Peter Sehr (Alemanha)
“The Arrivals”, de Claudine Bories, Patrice Chagnard (França)
“The Dispensables”, de Andreas Arnstedt (Alemanha)
“The Invention of Flesh”, de Santiago Loza (Argentina)
“The Mermaid and the Diver”, de Mercedes Moncada Rodriguez (Espanha, México)
“The Misfortunates”, de Felix van Groeningen (Bélgica)
“The Nature of Existence”, de Roger Nygard (EUA)
“The People I’ve Slept With”, de Quentin Lee (Canadá, EUA)
“The Pope’s Miracle”, de Pepe Valle (México)
“The Red Spot”, de Marie Miyayama (Alemanha)
“The Room in the Mirror”, de Rubi Gaul (Alemanha)
“The Stoning of Soraya M.”, de Cyrus Nowrasteh (EUA)
“The Wolberg Family”, de Axelle Ropert (França)
“This Very Instant”, de Manuel Huerga (Espanha)
“Tide of Sand”, de Gustavo Montiel Pagés (México-Argentina)
“Todos Mentem”, de Matías Piñeiro (Argentina)
“Tokyo!”, de Michel Gondry, Leos Carax, Bong Joon-ho (França, Japão, Alemanha)
“Tom Zé Astronauta Libertado” (Tom Zé Liberated Astronaut), de Ígor Iglesias González (Espanha)
“Tomorrow at Dawn”, de Denis Dercourt (França)
“Trimpin: O Som da Invenção”, de Peter Esmonde (EUA)
“Tsar”, de Pavel Luguin (Rússia)
"Twenty", de Abdolreza Kahani (Irã)
“Under Rich Earth”, de Malcoml Rogge (Canadá, Equador)
“Unmade Beds”, de Alexis dos Santos (Inglaterra)
“Unmistaken Child”, de Nati Baratz (Israel)
"Vincere", de Marco Bellocchio (Itália)
“Ward Number 6”, de Karen Shakhnazarov (Rússia)
“West of Pluto”, de Henry Bernadet, Myriam Verreault (Canadá)
“When the Lemons Turned Yellow...”, de Mohammad Reza Vatandoost (Irã)
“White on Rice”, de Dave Boyle (EUA, Japão)
“Wolson: Aria of the Straits”, de Ota Shinichi (Japão)
“Worldrevolution”, de Klaus Hundsbichler (Áustria)
“Zapping-Alien @ Mozart-Balls”, de Vitus Zepichal (Alemanha, Áustria)
“Zero”, de Pawel Borowski (Polônia)

Homenagem a Fanny Ardant
"Cinza Sangue”, de Fanny Ardant (França)
“A Mulher do Lado”, de François Truffaut (França)
“Crimes de Autor”, de Claude Lelouch (França)
“De Repente, Num Domingo”, de François Truffaut (França

Retrospectiva Theo Angeopoulos
“Dust of Time”
“Paisagem na Neblina”
“A Eternidade e um Dia”
“O Passo Suspenso da Cegonha”
“Um Olhar a Cada Dia”
“O Vale dos Lamentos”

Retrospectiva Gian Vittorio Baldi
“Fuoco!”, de Gian Vittorio Baldi (Itália)
“Il Cielo Sopra di Me”, de Gian Vittorio Baldi (Itália)
“Luciano, una Vita Bruciata”, de Gian Vittorio Baldi (Itália)
“Nevrijeme, Il Temporale”, de Gian Vittorio Baldi (Itália)
“Ultimo Giorno di Scuola Prima Delle Vacanze di Natale”, de Gian Vittorio Baldi (Itália)
“Appunti Per Un’Orestiade Africana”, de Pier Paolo Pasolini (Itália)
“Cronaca di Anna Magdalena Bach”, de Danièle Huillet, Jean-Marie Straub (Itália)
“Diario di una Schizofrenica”, de Nelo Risi (Itália)
“Porcile”, de Pier Paolo Pasolini (Itália, França)

Panorama do Cinema Sueco
“Corações em Conflito”, de Lukas Moodysson
“Metropia”, de Tarik Saleh
“Mr. Governor”, de Mans Mansson
“Quase Elvis” (Almost Elvis), de Petra Revenue
“The Ape”, de Jesper Ganslandt
“The Eagle Hunter’s Son”, de Renè Bo Hansen
“The Great Adventure”, de Arne Sucksdorff
“The King of Ping Pong”, de Jens Jonsson
“The Swimsuit Issue”, de Mans Herngren
“Os Emigrantes” (The Emigrants), de Jan Troell
“Everlasting Moments”, de Jan Troell
“The New Land”, de Jan Troell
“Who Saw Him Die?”, de Jan Troell
“Gabrielle”, de Hasse Ekman
“Girl with Hyacinths”, de Hasse Ekman
“Ombyte Av Tág”, de Hasse Ekman
“The Banquet”, de Hasse Ekman
“Wandering with The Moon”, de Hasse Ekman

Fonte

sábado, 19 de setembro de 2009

Os casais memoráveis das comédias românticas


O site yahoo fez uma lista com os casais das comédias românticas que acabaram marcando época. Confiram o que disseram sobre 10 Coisas que Eu Odeio em Você :
Assistir a uma comédia romântica é uma ótima dica para quem programou um DVD com pipoca no final de semana. Para você que se emociona com as histórias de amor no cinema, separamos alguns dos casais mais memoráveis das comédias românticas.
O filme 10 Coisas que Eu Odeio em Você (1999) é baseado na peça "A Megera Domada", de William Shakespeare. A trama do dramaturgo inglês é transportada a uma escola contemporânea norte-americana. O filme mostra um casal que vive brigando, se junta por conta de uma aposta, mas não tem como seguir separados: a mal humorada Kat (Julia Stiles) e o polêmico Patrick Verona (Heath Ledger, em seu primeiro papel de destaque em Hollywood).

Fonte

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Primeiro Cartaz de The Imaginarium of Doctor Parnassus é divulgado


O último filme de Heath Ledger, 'The Imaginarium of Dr. Parnassus', ganhou seu primeiro cartaz. A arte mostra o mundo fantástico em que a produção é ambientada.

Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell interpretam o mesmo personagem de Heath Ledger no filme. Ledger estava a seis semanas do fim das gravações quando foi achado morto em seu apartamento em Nova York.

"Em certo momento do filme, Heath cai por um espelho mágico. Ele poderia virar um outro personagem a partir daí e é nesse momento que os outros atores entram..." revelou o diretor.

A história gira em torno de um imortal contador de histórias, que viaja pelo mundo espalhando seus contos numa espécie de teatro itinerante.

Esta é a segunda parceria entre Ledger e Gilliam, que o dirigiu em 'Os Irmãos Grimm'.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Michelle Williams fala sobre Heath Ledger

Michelle Williams, é capa da revista Vogue do mês de outubro, e em entre muitas outras coisas, ela falou muito sobre Heath Ledger na entrevista, que eu posto resumida e com alguns possíveis errinhos básicos de tradução aqui:

M
ichelle Williams divide o seu tempo entre duas casas: uma no Brooklyn e outra cuja localização é mantida em sigilo no interior de Nova York, por razões compreensíveis: desde a morte de Heath Ledger em 2008, a bela e tímida atriz, invevitavelmente, se viu no centro de um culto mórbido e, mais pertinente, o objeto de intromissão dos tablóides. Com isso, ela é extremamente relutante em dar entrevistas de qualquer espécie, mesmo para promover no cinema, o exemplo mais recente é o longa Shutter Island, de Martin Scorcese, em que interpreta um fantasma. Williams disse: " Eu não sabia que estava no limite há muito tempo, dava entrevistas com insegurança. Eu posso falar de tristeza porque essa é minha; sobre pais solteiros, sobre a tentativa de conciliar trabalho e filhos. Mas eu não tenho que falar sobre o que ocorreu comigo e Heath no nosso relacionamento."
Em um nível mais concreto, falando com Williams implica conhecê-la em uma variedade de locais neutros, urbanos e rurais. No meu caso, o processo culminou com uma visita à casa do interior, onde ela e sua filha de três anos de idade passaram uma parte do ano passado tentando restaurar o equilíbrio na vida, abalada pelo desgosto e sofrimento. "Eu tenho sido severamente propensa a acidentes nos últimos doze meses. Caí lá embaixo, quebrei um dedo do pé, coloquei meus dedos no liquidificador..."Enquanto Matilda estava em um grupo de amigos, sua mãe seria confrontada com a gritante questão existencial "Como estou indo passar o dia?" Muitas vezes, o que ela fez foi "chorar, cochilar, sentar e olhar, tentar descobrir o que fazer para o jantar, conversar com amigos no telefone." Ela diz, "eu estava segurando-o entre si por uma corda e um clipe de papel no outono e inverno. Eu não sabia se eu poderia mantê-lo todos juntos." Há fotos na casa de Gurumayi. Williams não é uma seguidora e nunca foi ao ashram, mas um dia, ela estendeu a mão aos amigos, e eles chegaram com as fotos, construiu um altar, que levou-a um ritual de luto. ( "Eu gostaria que tivéssemos rituais sobre tristeza", diz ela. "Eu desejo que ainda fosse a época vitoriana, e poderíamos ir de preto e cinza para a cor de rosa) As fotos são uma lembrança já que Williams está agora em um lugar diferente. "Amigos nunca me deixaram sozinha quando chegamos aqui", diz ela. "Mulheres e crianças realmente nos fizeram bem durante o inverno. Comecei com a jardinagem na primavera, e é aí que ela começou a virar um hobby. Acho que é algo como estar na natureza que a tornou mais possível . O chão estava frio e lamacento, me empurrou para trás as folhas mortas e viu os tiros verde brilhante da primavera. Em toda essa decadência, algo estava crescendo. Cuidar do jardim lembrou-me para cuidar de mim mesma. " A história que Michelle Williams, despeja, não é uma história de uma jovem artista que descarrilou por uma tragédia e escrutínio público.

Embora ela seja uma atriz desde os dez anos de idade (ela nasceu em Montana e foi criada em San Diego, a partir de onde os pais dela a levaram para Los Angeles para audições), foi legalmente emancipada com a idade de quinze anos de sua família de classe média ( "Eu não cresci em uma casa com um monte de música legal ou pinturas, mas o meu pai tinha bons livros"), e nunca fui para a faculdade" Williams é claramente intelectual. Ryan Gosling, que interpreta seu marido no filme Blue Valentine, diz: "Ela é como Montana. Se você quiser chegar a algum lugar em Montana, você tem que sentar apertado. Você está no tempo de Montana. É muito bonito, mas é grande . Se você quiser chegar a algum lugar com Michelle, você realmente tem que ser paciente. Ela é tão vasta. Você realmente tem que sentar e apreciar a vista. Tem tanta coisa acontecendo internamente, tanto terreno para descobrir. "

Ela é estudiosa e cerebral. "Na Carolina do Norte (onde a série Dawson's Creek foi filmada), eu sentava no chão da Barnes & Noble e trabalhava o meu caminho através das prateleiras.Atualmente, na preparação para o próximo filme Reichardt, que é definido no Oregon Trail nos tempos pioneiros, ela está lutando contra a cabeceira e uma pilha de livros sobre a fronteira americana. Há também um livro aberto de Doris Lessing na brinquedoteca de Matilda.


Não surpreendentemente, seis meses depois da morte de Ledger, a agustiada Williams virou-se para Joan Didion, de The Year of Magical Thinking. "Eu só não tenho cabeça para isso", diz ela. "Você tenta se consolar, dizendo que é tudo um processo de aprofundamento. Mas é estranho. Após o primeiro ano, a dor é menos intensa, é menos imediata. Mas o pensamento mágico vai embora também. E isso é um acerto de contas totalmente novo. Mas cada vez que eu realmente sinto falta dele e quer saber onde ele se foi, eu só olhar para ela (Matilda).

Tanto faz se Williams quer ou não quer falar sobre isso, é claro que ela amava Ledger e que o seu luto foi duplo: Não houve morte, mas antes que não houve a perda de seu parceiro e o sonho de uma família intacta, uma perda que Williams , deixa bastante claro, não queria. "O Segredo de Brokeback Mountain foi um momento irrepetível no tempo, um tempo muito encantado em minha vida. Eu estava apaixonada, eu estava em um filme que eu tinha orgulho de fazer , e com um lindo novo bebê. Estava tudo bem naquele momento. " Após a separação, ela fez de tudo para fugir, tendo inclusive em um filme na Suécia. "Eu só não queria estar em casa. Geografia(viagens) é uma grande solução para desgosto".

Especialmente os paparazzi estão seguindo ela e sua filha a cada movimento. A necessidade de Williams de privacidade e espaço emocional só cresceu, é claro, depois da morte de Ledger. "Porque ele morreu, é tão difícil dizer isso, agora que é um fato, é por causa desta tragédia que há mais paparazzi. Isso é difícil de ser compreensível". O Brooklyn foi e continua a ser difícil a um certo nível também. No café que costuma frequentar, uma menina perguntou a Williams, "Qual é nome dela?" "Matilda". A menina disse a Matilda, totalmente inocente, "Como é ser famosa? É tão triste que seu pai morreu, como Michael Jackson?" "Essa menina tinha seis anos", diz Williams, sem rancor. Depois disso, mãe e filha tiveram uma discussão sobre a atenção de terceiros. "É porque as pessoas realmente amavam o seu pai que querem tirar uma foto sua, para saber que está tudo bem" é o que ela diz a Matilda. "Minha reação a ele vai ser sua reação a ela", diz Williams. "É um modelo certo para ela ver que sua mãe tem limites. É OK para mim estar chateada e levantar a minha voz. Mas é uma luta em curso. É duro ser o homem e a mulher em uma situação com paparazzi. Heath sempre costumava fazer isso para nós. " Quando perguntaram a um de seus amigos como ela tem mudado ao longo dos últimos dezoito meses, ela responde: "Houve um endurecimento necessário, mas infeliz. Mas ela está agarrada em uma filosofia: ela fará o que for preciso para dar Matilda uma vida tão normal quanto possível. "
Williams tem uma complexa relação com o negócio das aparências. Por um lado, ela tem um interesse real, e olho para, proporções pessimistas, linhas clássicas. Ela usa vestidos e tamancos do N º 6(conversões americanas), possui um par de sapatos de salto alto (Louboutins), compra botão na Brooks Brothers, e realmente não segue o que os designers estão fazendo. "Eu aprendi que eu olho melhor com menos", diz ela. "Jóias não me servem." Tudo funciona: Como Ryan Gosling coloca, "Ela faz um impacto real.". Quando Hugh Jackman assistiu os vídeos de sua longa cena com Ewan McGregor em Deception ( aqui no Brasil chama-se A Lista), ele ficou impressionado com "a beleza. Ela estava deslumbrante, como uma pintura. Ela tem uma qualidade sedutora."

O papel que ela joga agora com muito estilo e cuidado é o de uma jovem mãe. Ela não está mais com o diretor Spike Jonze: "O momento era impossível. Pensei: caí no amor outra vez, foi a única coisa que estava indo para me salvar da dor. Esta ideia estava errada: Ela só faz as coisas mais complicadas". "Eu estou caindo cada vez mais apaixonado por ela", diz ela de Matilda ", "e eu acho que ela merece a maior parte da minha atenção. Tivermos sorte. Eu posso trabalhar. Ela pode ir a uma boa escola. Há uma muito boa para ela. E ela pode conhecer o pai de muitas maneiras, e muitos de seus amigos, que serão capazes de lhe dizer tantas histórias. Seus amigos, sua família, eles eram uma grande parte de sua vida, e eles vai ser uma grande parte de sua vida (da Matilda). "

Estamos sentados em sua varanda observando girassóis a céu aberto. "Eu me sinto esperançosa e grata Por um momento pensei que tinha perdido tudo. Dá vontade de amar melhor e viver melhor com as pessoas e tratá-las bem". "Eu tenho que tomar sobre. Que qualidades eu encontro atraente, e posso encontrá-los em mim mesma? O que estou perdendo? Posso ser o que para mim? " Eu estou apostando que ela pode.

Fonte

sábado, 12 de setembro de 2009

Seção Filme: Batman- O Cavaleiro das Trevas


Para comemorar a estréia de Batman- O Cavaleiro das Trevas na HBO ( dia 19 de setembro ), a nossa seção filme de hoje, é dedicada a esse grande sucesso do cinema.

Sinopse: Após dois anos desde o surgimento do Batman (Christian Bale), os criminosos de Gotham City têm muito o que temer. Com a ajuda do tenente James Gordon (Gary Oldman) e do promotor público Harvey Dent (Aaron Eckhart), Batman luta contra o crime organizado. Acuados com o combate, os chefes do crime aceitam a proposta feita pelo Coringa (Heath Ledger) e o contratam para combater o Homem-Morcego.

Curiosidades:

- Este é o 1º filme do Batman que não tem o nome do personagem em seu título original.

- Este é o 3º filme em que o diretor Christopher Nolan e os atores Christian Bale e Michael Caine trabalham juntos. Os anteriores foram Batman Begins (2005) e o Grande Truque (2006).

- Robin Williams, Lachy Hulme, Paul Bettany e Adrien Brody estiveram interessados em interpretar o Coringa.

- Hugh Jackman, Ryan Phillippe, Liev Schreiber e Josh Lucas estiveram interessados no personagem Harvey Dent.

- Katie Holmes recebeu uma proposta para reprisar a personagem Rachel Dawes, mas a recusou alegando conflitos de agenda. Em seu lugar foi contratada Maggie Gyllenhaal.

- Antes de Maggie Gyllenhaal ser contratada para interpretar Rachel Dawes as atrizes Rachel McAdams e Emily Blunt estiveram cotadas para o papel.

- Dwight Yoakam recusou dois papéis no filme. Inicialmente ele interpretaria um policial, depois um banqueiro que negocia com o Coringa. Yoakam recusou ambos os personagens por estar atarefado com o álbum de tributo a Buck Owens.

- Para se preparar para o Coringa, Heath Ledger viveu sozinho em um hotel por um mês, desenvolvendo o lado psicológico, a postura e a voz do personagem. Ledger iniciou um diário, onde escrevia os pensamentos do Coringa e os sentimentos que o guiavam durante sua performance.

- É o último filme de Heath Ledger, que faleceu em 22 de janeiro de 2008.

- A roupa do Batman usada por Christian Bale dava mais conforto ao ator, permitindo também que fosse mais ágil.

- A maquiagem do Coringa era formada por três pedaços de silicone, que levavam uma hora para serem aplicados em Heath Ledger.

- O diretor Christopher Nolan e os co-roteiristas David S. Goyer e Jonathan Nolan decidiram não explorar no filme a origem do Coringa. O motivo era mostrar o personagem como sendo absoluto.

-Para a cena de abertura foi criada uma bola de fogo de 60 m de altura, em Battersea Powers Station, na cidade de Londres. Vários moradores locais entraram em pânico devido a isto, por acreditar que se tratava de um ataque terrorista.

- Jerry Robinson, um dos criadores do Coringa nos quadrinhos, foi contratado como consultor do filme.

- O diretor Christopher Nolan declarou que sua maior influência para este filme foi Fogo contra Fogo(1995).

- As filmagens ocorreram entre 18 de abril e 11 de novembro de 2007.

- Parte das filmagens foram feitas no formato IMAX, um antigo sonho do diretor Christopher Nolan.

-No dia em que foi anunciado o falecimento de Heath Ledger a Warner Bros., produtora do filme, declarou que todas as cenas com o ator estariam presentes na versão final de Batman – O Cavaleiro das Trevas.

- Este é o 7º filme com atores em que o personagem Batman é visto.

- O orçamento de Batman – O Cavaleiro das Trevas foi de US$ 150 milhões.

Datas do filme na HBO em setembro:
19/9:
21:00
23:50 ( HBO 2 )
20/9
02:25
21/9
22:00
24/9
22:05

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Doctor Parnassus participa do Festival de Hamptons


The Imaginarium of Doctor Parnassus o último filme do ator Heath Ledger, marca presença na 17ª edição do Hamptons Film Festival, no dia 11 de Outubro.

O filme de fantasia escrito e realizado por Terry Gilliam, narra a história do Dr. Parnassus, que leva o seu teatro ambulante de cidade em cidade oferecendo magia e ilusão juntamente com a sua filha e os seus ajudantes.

Christopher Plummer, Tom Waits e Heath Ledger participam no filme, embora a morte de Ledger, que havia filmado um terço das cenas em que entrava, fez com que a produção fosse suspensa temporariamente.

A fim de concluir o filme, Gilliam recrutou Johnny Deep, Jude Law e Colin Farrell para interpretarem a personagem de Ledger à medida que ele viaja por um mundo de sonhos.

O filme teve a sua estreia mundial no Festival de Cannes e será exibido no Festival de Toronto este mês.

Solitary Man, com Danny DeVito e Susan Sarandon também será exibido no festival de Hamptons.

Fonte

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Tom Cruise foi recusado por Terry Gilliam para substituir Heath Ledger


O astro Tom Cruise, se ofereceu para ajudar a completar o último filme de Heath Ledger, The Imaginarium of Doctor Parnassus. Porém, foi rejeitado por Terry Gilliam, porque não conheceu Ledger quando ele estava vivo, como ele confirma para a revista Total Film: "Eu não tenho certeza se era Tom, ou o seu agente (que colocou frente Cruise para o papel). Eu sei que houve um período quando os agentes de Tom eram afiados. A única coisa é que eu estava interessado apenas em pessoas que eram amigos de Heath.Simples como isso. Eu queria mantê-lo na família. "

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Doctor Parnassus pode estreiar no Natal

Hoje foi divulgado que a Sony Pictures planeja lançar novo filme de Terry Gilliam, “The Imaginarium of Doctor Parnassus“, no dia 25 de dezembro, no Natal, confirmando os rumores que rolavam por aí.

The Imaginarium...” é o ultimo filme que o ator Heath Ledger fez, que este ano ganhou um Oscar póstumo por sua atuação em "Batman- O Cavaleiro das Trevas".

O filme fará sua estréia norte-americana no Festival de Toronto no dia 18 de setembro e será lançado no Reino Unido em 16 de outubro.

Além de Ledger, que não conseguiu filmar até o fim do longa, outras estrelas completam o elenco, Johnny Depp, Colin Farrell, Jude Law, Christopher Plummer, Tom Waits, Lily Cole, Andrew Garfield e Verne Troyer.


Fonte

Matilda e Michelle: café da manhã




Michelle Williams e a filha, Matilda Ledger, se divertiram no domingo (30). A atriz e a menina de 3 anos, fruto de seu casamento com o ator Heath Ledger, saíram para tomar café da manhã em Nova York.

Ela escolheu short jeans e camisa xadrez para o passeio. Já Matilda estava com vestido e sandálias brancas. Sem tirar os óculos escuros, Michelle segurava as duas mãos da filha para o alto e a suspendia. A atriz se sentou e colocou a garota no colo. Elas comeram bolinhos e tomaram suco.